12 formas de sobreviver à próxima queda da bolsa

Enquanto a gente ainda se recupera do baque da pandemia, eu tenho uma profecia a fazer.

O próximo “crash” da bolsa está vindo!

Eu só não sei dizer quando… 😅 E se alguém disser que sabe, desconfie.

A boa notícia é que crises são “amigas” de quem está preparado para elas.

Os primeiros 4 itens abordados aqui são ensinamentos do Dr. Brad Klontz, autor do livro “A mente acima do dinheiro: o impacto das emoções em sua vida financeira“. Já os 8 últimos itens são conceitos práticos que todos investidor deveria incorporar em sua estratégia.

Esse artigo vai ajudá-lo(a) a, não apenas sobreviver ao próximo “pânico geral” da bolsa, mas a dormir bem durante toda a turbulência e se aproveitar da volatilidade extra para acelerar sua jornada rumo à independência financeira!

Lembra de alguma vez que você ficou emocionalmente envolvido com algo?

Talvez esse envolvimento o levou a uma compra impulsiva de algum item que você não precisava. Talvez o fez vender todos os seus investimentos no meio de uma crise porque “daquela vez era diferente”. Ou talvez o fez colocar todos os seus recursos em ações só porque o preço não parava de subir. Ou, ainda, o levou a uma gravidez indesejada porque…

Enfim… já deu pra entender né? Rsrs…

Geralmente, quando não estamos mais no “calor do momento”, olhamos para trás e vemos claramente que nossas decisões foram movidas mais pela emoção do que pela razão.

Segundo o Dr. Brad Klontz, nossa habilidade de tomar decisões racionais diminui à medida que o nosso envolvimento emocional aumenta. Quando ficamos muito bravos, empolgados, excitados ou com medo de algo, por exemplo, a parte racional do nosso cérebro (responsável por ponderar prós e contras, considerar o futuro e adiar gratificação) praticamente “desliga”.

Nossas decisões emocionais podem nos levar a arrependimentos e consequências irreparáveis. Portanto, de acordo com Klontz, a solução é colocar um espaço entre “impulso” e “ação”. Ou seja, não tome nenhuma decisão financeira no “calor do momento”. Estude, analise situações semelhantes do passado, converse com especialistas…

Se você estiver desesperado para tomar um decisão logo, lembre-se:

Os maiores arrependimentos financeiros em tempos de crise vêm de decisões irracionais tomadas no “calor do momento”.

Crie um espaço entre “impulso” e “ação”.

Não tente prever o futuro!

Tenha muito cuidado para não agir como se você pudesse prever o futuro (principalmente se você já deu a “sorte” de acertar no passado). Eu vejo muitos iniciantes, que acertaram alguns trades em períodos de alta geral na bolsa, que acabam criando uma falsa percepção de habilidade especulativa acima da média. Isso é perigosíssimo, principalmente em tempos de muita volatilidade.

Eu dei a sorte de fazer muitos trades malsucedidos no meu primeiro ano e aprendi essa lição enquanto meu patrimônio investido era pequeno.

Repita comigo:

  • Eu não tenho bola de cristal!
  • Nenhum youtuber/blogger tem bola de cristal!
  • O meu analista preferido não tem bola de cristal!
  • Ninguém sabe o que vai acontecer daqui a 15 minutos, um dia, semana ou mês.

Os dois maiores arrependimentos que eu ouço depois de períodos de muita volatilidade são:

  1. Ter vendido ações com prejuízo em um período de pânico, porque previu que ia continuar caindo mais.
  2. Ter usado toda a renda fixa, reserva de oportunidade ou reserva de emergência no primeiro “circuit braker” porque previu que não tinha como cair mais.

O melhor a fazer nesses períodos é continuar com seus aportes recorrentes na classe de ativo que ficou com alocação percentual abaixo do que você tinha previamente estabelecido. Se a distorção ficar muito bizarra, considere vender apenas a quantidade de renda fixa necessária para recuperar os percentuais previamente estabelecidos (eu explico isso melhor no item 11)

Dr. Brad Klontz brinca que não somos “seres racionais”, somos “seres racionalizadores”.

Somos inconscientemente influenciados por inúmeras forças invisíveis constantemente. Quando todos à nossa volta estão fazendo algo diferente de nós, é natural sentirmos a inclinação de nos juntarmos à “manada”. Esse instinto faz todo sentido biológico, pois quando um tigre o persegue é melhor não correr sozinho mesmo. Por isso é tão difícil lutar contra essa inclinação e, inclusive, percebê-la.

Em todo pânico sistêmico é muito comum investidores iniciantes seguirem a “manada”, racionalizando que “dessa vez realmente é diferente” por esse ou aquele motivo. Eles pensam que sua decisões são baseadas na razão/lógica/fatos, mas estão apenas inconscientemente racionalizando seu envolvimento emocional.

E o que fazer então?

O primeiro passo é reconhecer que nós estamos biologicamente programados para tomar a pior decisão possível em momentos de pânico ou euforia na bolsa (seguir a manada).

Busque sempre descobrir as reais motivações das suas decisões. “Eu estou pensando em fazer isso só porque é o que a maioria está fazendo?” Seja curioso, mente aberta e busque analisar o problema de vários pontos de vista diferentes para não cair na armadilha do “viés de confirmação“.

Enquanto uns choram, outros vendem lenços.

Evite cair num “looping de pensamento catastrófico”. Ou seja, não alimente a ideia de que “dessa vez é realmente diferente e que você vai perder todo o seu dinheiro”. “Dessa vez é diferente” é uma constante em toda crise. Ironicamente, quase nunca é diferente (ou seja, o mercado sempre se recupera).

“Ah IFP, mas e o exemplo da bolsa do Japão que ainda não se recuperou da queda de 30 anos atrás?

A resposta para esse tipo de medo está no item 9 desse artigo.

Enfim, em vez de focar na negatividade da próxima crise, busque enxergar as oportunidades que toda crise sempre traz.

Onde elas estão?

2020, por exemplo, foi um ano de muitas oportunidades para mim. Eu vi a volatilidade extra do mercado como uma oportunidade de comprar muitos ativos na “promoção”, mas não apenas isso. Por ficar sem trabalhar formalmente por 9 meses também tive a oportunidade de passar mais tempo de qualidade com minha filha (que também ficou sem escola), finalmente tive coragem de começar esse blog e tive o privilégio de ler 48 livros em 2020 (nem eu acreditei quando coloquei na ponta do lápis).

Você está usando os seus períodos de crise para repensar seus próximos passos e desenvolver novas habilidades? Sua empresa está se reinventando? Você está aproveitando as oportunidades de se tornar um(a) melhor investidor(a), profissional, companheiro(a), pai/mãe?

Uma boa técnica para focar nas oportunidades e não na negatividade geral é “se imaginar 5 anos no futuro olhando para a crise de hoje”. O que você gostaria de ter feito? Quais oportunidades você gostaria de ter aproveitado (financeiras ou não)?

Olhar para cada “turbulência” com esse “distanciamento” vai ajudá-lo a analisar cada momento de forma mais otimista, estratégica e holística.

Reserva de emergência é um valor que você deixa separado para cobrir de 3 a 12 meses do seu custo de vida em caso de emergência.

A quantidade de meses não é consenso e depende muito da previsibilidade da sua renda. Se você é servidor público, por exemplo, pode se dar ao luxo de manter apenas 3 meses, já que a princípio você não pode ser demitido. Se você é um empreendedor com receita imprevisível e/ou é a única fonte de renda da família, entretanto, é prudente manter mais meses na sua reserva de emergência.

A função da reserva de emergência é não precisar se endividar ou vender os seus investimentos no pior momento possível por causa de uma emergência (como eu que perdi o emprego justamente no período mais crítico da bolsa por causa da pandemia, por exemplo).

A reserva de emergência pode ser mantida em qualquer veículo de investimento que seja seguro e líquido. Tesouro Selic, CDBs com liquidez diária, a própria conta do Nubank e até a polêmica caderneta de poupança são boas opções.

Antes de eu ser apedrejado por citar a poupança; a prioridade aqui não é a rentabilidade, mas a segurança de que quando você precisar do dinheiro ele estará disponível.

Esse é um valor que você também deveria deixar em algum veículo de investimento seguro e líquido.

Quando o mercado entra em pânico, os preços tendem a ficar bem irracionais. E uma boa forma se beneficiar desses pequenos períodos de irracionalidade é tendo dinheiro para comprar mais do que você já compra todo mês.

Isso é totalmente opcional e não há consenso entre investidores. Mas, em minha opinião, o maior benefício dessa estratégia é o emocional; Ou seja, ter uma reserva de oportunidade o ajuda a enxergar os períodos de pânico sistêmico como oportunidades, e não se deixar levar pela emoção negativa do momento.

Uma vez o Warren Buffett disse que “não precisamos ser mais inteligentes que os demais; Apenas mais disciplinados”. E a melhor maneira de ser disciplinado é definir um valor fixo e fazer aportes recorrentes de maneira automática.

“Faça chuva ou faça sol”.

Eu sei que é difícil investir quando todo mundo está em pânico, falando que “dessa vez é diferente”, e que a situação só vai piorar.

Mas pense comigo: se o preço de algum produto que você compra todo mês caísse 70% hoje. Você ficaria feliz e continuaria comprando, ou correria para casa em pânico para vender o mais rápido possível o que você já tinha?

Pois é…

O mercado de ações é o único “mercado” que eu conheço que quando seus produtos entram em promoção, os consumidores saem correndo, loucos para se desfazer deles.

Eu tenho um colega, por exemplo, que em março de 2020 disse que a bolsa estava muito “tensa” e que achava melhor esperar as coisas se estabilizarem para voltar a investir em renda variável…

Eu, com o carrinho cheio, ouvindo o conselho do colega…

Todos nós sabemos que para ganhar dinheiro precisamos “comprar barato” e “vender caro”. O problema é que quando a promoção finalmente chega, ela sempre vem disfarçada de “dessa vez é diferente“!

SEMPRE!

Eu não sei se o meu colega se desfez de suas posições ou apenas parou de aportar.

Mas eu sei o que eu fiz em 2020: não vendi nada, rebalanceei minha alocação percentual entre renda fixa e renda variável e continuei com o aporte automático a todo vapor. E o resultado foi um aumento de 190% no patrimônio da família IFP em um ano que o Ibovespa teve um retorno real negativo.

Aqui nos EUA a automatização pode, inclusive, ser feita direto na folha de pagamento. Você define a porcentagem e onde quer investir e nem vê a cor do dinheiro.

No Brasil, dependendo do banco e da corretora temos opções de “poupança programada”, transferência programada/periódica” e inclusive “compra/aplicação programada”.

Mas, independente do que fizer sentido para você, o mais importante é ser disciplinado, e continuar aportando de forma automática e recorrente (independente da emoção do momento).

Se tem uma coisa que aprendemos com essa pandemia é que não podemos depender apenas do nosso emprego. Quando um “crash” acontece, geralmente é porque a economia real também está tendo problemas. Ou seja, suas chances de perder o emprego por algo sistêmico, justamente em períodos de forte queda na bolsa, são maiores.

Entretanto, cada crise atinge setores da economia de forma diferente. 2020, por exemplo, foi péssimo para companhias aéreas, restaurantes, bares e lojas tradicionais, mas foi excelente para empresas de tecnologia e lojas virtuais. E é impossível prever quais setores serão mais impactados na próxima crise. Por isso é prudente diversificar suas fontes de renda.

Uma das formas mais simples de diversificação de receita é ser casado com alguém que trabalha em um setor/empresa diferente da sua.

Outra forma é tocar projetos à parte do seu trabalho formal. Mesmo que eles não gerem tanta renda, cada fonte de renda diferente traz uma margem de segurança extra. Se puder fazer algo online, melhor ainda.

9.1 Diversifique em empresas diferentes

Em vez de concentrar os seus investimentos em apenas uma empresa, diversifique em várias empresas diferentes. A quantidade mínima recomendada não é consenso; mas quanto mais empresas você tiver na carteira, menor será o impacto percentual no seu patrimônio, se alguma empresa vier a falir.

9.2 Diversifique em setores diferentes

Evite ficar concentrado em poucos setores. Se você “diversificar” em vários bancos diferentes, por exemplo, vai continuar exposto ao risco de apenas um setor. Se a próxima crise bater pesado no setor financeiro, você estará em maus lençóis.

9.3 Diversifique em classes de ativos diferentes

Outra estratégia fundamental é diversificar em classes de ativos diferentes e não necessariamente correlacionados. Em vez de investir apenas em ações, considere ter uma parcela do seu patrimônio alocada em imóveis (FIIS e/ou imóveis tradicionais), renda fixa (pré e pós fixados), etc. As porcentagens entre cada classe de ativos não são consenso. Portanto, estude e defina aquilo que faz sentido para o seu perfil de investidor e o permita dormir bem à noite.

9.4 Diversifique em moedas e países diferentes

Crises atingem países e suas moedas de forma diferente. E está cada vez mais fácil investir “lá fora” e não ficar excessivamente exposto ao risco Brasil.

Se você quer aprender mais sobre como investir no exterior, recomendo o site “comoinvestirnoexterior.com“.

9.5 Diversifique ao longo do tempo e ciclos do mercado

Esse é o benefício de fazer aportes recorrentes, independente do clima atual.

Ninguém sabe o que vai acontecer amanhã! Portanto, essa estratégia acaba sendo mais uma possibilidade de diversificação para quem já aceitou que não tem bola de cristal.

Você sempre terá a flexibilidade de reduzir os seus gastos com alimentação, lazer, transporte, moradia, se necessário. Mas você não tem a flexibilidade de reduzir o pagamento mínimo das suas dívidas.

Entrar em um período de crise com muita dívida pode ser catastrófico se você perder o emprego, por exemplo. Portanto, uma das melhores coisas que você pode fazer para se preparar para a próxima crise é: pagar suas dívidas enquanto a economia está bem e você tem uma renda previsível!

Em períodos de crise e muita volatilidade, as alocações percentuais previamente estipuladas para cada ativo tendem a ficar distorcidas. O rebalanceamento deve ter apenas o objetivo de reestabelecer esse percentuais.

Nunca zere sua renda fixa no primeiro “circuit breaker“!

Nunca use sua reserva de emergência para rebalancear sua carteira!

Se for possível restabelecer as porcentagens referenciais apenas com novos aportes e reserva de oportunidade, faça o rebalanceamento dessa forma. Seu portfólio não precisa estar sempre exatamente com os percentuais estipulados. Utilize-os mais como um “norte”.

Se a distorção for difícil de corrigir apenas com aportes e reserva de oportunidade, considere um rebalanceamento entre classes de ativos diferentes (vender renda fixa para comprar renda variável, por exemplo).

Mas atenção! Você que investe diretamente em ações (stock picking), muito cuidado para não cair no erro de “cultivar ervas daninhas” e criar um verdadeiro “buraco negro” no seu portfólio!

Se você investe por meio de ETFs provavelmente já está livre do risco do “buraco negro”. Índices tecnicamente nunca vão a zero (a não ser que todas as 500 empresas replicadas pelo IVVB11 venham a falir, por exemplo).

Mas se você faz “stock picking”, vender as ações que mais subiram para comprar as que mais caíram não é um estratégia recomendável. Como preço tende a acompanhar fundamentos no longo prazo, você estará quase sempre penalizando as empresas boas e “regando” as empresas ruins. E, diferente de um índice, é totalmente possível que uma ação vá a zero. O problema é que você não sabe qual empresa da sua carteira vai se recuperar e qual vai ter falido daqui a 20 anos. Mas muito provavelmente alguma ação que você tem em carteira hoje vai eventualmente falir!

“Ah IFP, mas eu tenho 10 ações. Se uma falir eu tomo um prejuízo máximo de 10%…”

Infelizmente não IFólogo(a)…

Vamos fazer uma simulação?

Suponha que você tem um patrimônio de R$ 1.000.000 alocado em 10 ações diferentes (10% em cada uma). Uma de suas ações cai 90%. Você “aproveita a oportunidade”, vende um pouco das ações que mais subiram e restabelece o percentual de 10% para cada. Só que agora o seu patrimônio vale R$ 910.000. A mesma empresa cai mais 90% (totalmente possível) e você faz um novo rebalanceamento para não perder a “grande oportunidade”. Agora o seu patrimônio vale R$ 828.100. Vai continuar “aproveitando a oportunidade”? Parabéns, seu patrimônio agora vale R$ 753.571. Note que em apenas 3 ciclos de rebalanceamento você perdeu 24,64% do seu patrimônio, mesmo estipulando apenas 10% para cada ação.

Agora pense você “regar” essa suposta “turn around” por 20 anos e ela eventualmente falir…

Enfim, quando falamos de rebalanceamento para “stock pickers“, todo cuidado é pouco!

Não adianta nada você apenas ler e concordar com os 11 tópicos anteriores, se na hora do pânico sistêmico você vai esquecer de tudo e tomar decisões baseadas na emoção do momento.

Siga o conselho do AA40 e formalize a sua estratégia criando sua “Política de Investimento Pessoal” (PIP).

Sua PIP deve conter seus objetivos, seu plano para atingi-los e suas métricas para auferir o seu progresso.

Tudo que foi discutido até agora deve ser definido na sua PIP.

Algumas perguntas que você deve fazer ao construi-la são:

  • Qual será o tamanho da minha reserva de emergência?
  • Onde vou alocá-la?
  • Vou fazer uma reserva de oportunidade?
  • Onde vou alocá-la?
  • Quais serão os gatilhos para utilizá-la?
  • Vou utilizá-la de uma vez ou vou definir algum critério utilização gradativa?
  • Qual será meu aporte mensal?
  • Será um valor nominal ou um percentual de minha renda?
  • Como pretendo diversificar minhas fontes de renda?
  • Quais percentuais pretendo alocar em renda fixa e renda variável?
  • Qual é o percentual máximo de exposição em uma única Ação, FII, Stock ou REIT?
  • E o percentual máximo para cada setor?
  • Qual percentual será alocado em diferentes países e moedas?
  • Como pretendo rebalancear meu portfólio para reestabelecer os percentuais de referência?
  • Apenas com novos aportes? Reserva de oportunidade? Vou vender algum ativo para comprar outro?
  • Quais serão os gatilhos para o rebalanceamento?
  • Tempo (uma vez por ano, semestre, trimestre, mês)?
  • Variação fora dos percentuais estipulados?
  • Distorção de quantos pontos percentuais?
  • Qual é o horizonte temporal para meus investimentos?
  • Quando pretendo começar a fazer retiradas dos meus investimentos?
  • Qual estratégia de retirada pretendo adotar?
  • 4% clássica (4% do valor inicial do portfólio ajustada pela inflação nos anos subsequentes)?
  • 4% flexível (4% do valor corrente do portfólio)?
  • Alguma outra taxa de retirada anual mais agressiva ou conservadora?
  • Pretendo viver apenas dos dividendos?
  • Pretendo deixar herança?
  • […]

Todas essas escolhas pessoais devem ser pré-definidas e devidamente formalizadas antes da próxima crise. Tente ser o mais específico e detalhado possível na sua PIP; pois ela será o seu guia quando você “não souber o que fazer”.

Ter um documento formalizado por você mesmo é a forma mais eficaz de não seguir a manada no próximo pânico geral.

Eu formalizei a minha! 😎

Ninguém sabe quando a próxima crise vai chegar. Portanto, a verdadeira segurança não vem de conseguir prever o futuro, mas de estar preparado, independente do que o futuro trouxer.

Em um mundo com tantas incertezas, o investidor que incorporar esses 12 conceitos aumenta significativamente suas chances de sobreviver aos possíveis “Cisnes Negros” do futuro.

Essas estratégias vão ajudá-lo(a) a dormir tranquilamente durante as próximas turbulências e aproveitar a volatilidade extra para acelerar sua jornada rumo à independência financeira.

Eu estou preparado para a próxima queda da bolsa.

E você?

Um abraço e sucesso na sua jornada, IFólogo(a)!


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Isenção de responsabilidade

O “IFologia Pop” disponibiliza gratuitamente informações que o autor acredita serem corretas. Entretanto, em nenhum momento o autor oferece conselho individualizado e as informações disponibilizadas aqui podem não ser adequadas ao seu perfil de investidor. O autor não é um profissional licenciado na área financeira, apenas um estudioso e entusiasta de assuntos relacionados à independência financeira (conheça mais sobre o autor aqui). Caso o leitor necessite assistência especializada sobre qualquer questão legal e/ou financeira, recomenda-se a consulta de um profissional. Esse blog não tem o intuito de servir como base para qualquer decisão financeira e nenhuma garantia é feita sobre a veracidade das informações aqui contidas. Resultado passado não é garantia de resultado futuro. Portanto, o autor especificamente se isenta de responsabilidade por qualquer consequência direta ou indireta do uso e aplicação de qualquer informação aqui contida.


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4 comentários em “12 formas de sobreviver à próxima queda da bolsa”

  1. Excelente post Ifologia! São lições valiosas e gratuitas. O livro do Taleb está até em um step acima. Considero que, após ter tudo o que escreveu, em mente e em prática, será o momento de entender o livro.
    Obrigado por citar o site.

  2. Eu estava precisando justamente de uma orientação assim pra me organizar nesse início. Não vi em nenhum outro lugar de forma tão clara, concentrada e detalhada como aqui. Utilizarei esse artigo como ponto de partida IFólogo. Percebe-se que você têm lido e estudado bastante. Vou ler e estudar o material que você sugere também. Precioso o seu conteúdo! Logo, logo estará sendo remunerado por isso. Ainda bem que eu já o descobri! Muito obrigada.

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